quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Baile de máscaras


A avenida estava lotada, pessoas por toda parte, ao fundo tocavam as marchinhas que faziam todos pular e cantar com suas fantasias e máscaras.E lá estava ela, em meio à multidão, a sorridente Colombina que se encontrava logo atrás do bloco.Ela observava todas aquelas máscaras que ocultavam a real natureza dos foliões e refletia,
Quantas histórias de alegrias, tristezas, corações partidos, encontros e desencontros não estavam ali detrás...
A marchinha e as vozes foram ficando distantes.Seu pensamento foi de encontro a outros carnavais e ela lembrara de uma máscara específica;
Aquela que trazia um grande sorriso estampado e um pouco acima um chapéu com guizos que pendiam em três das seis pontas coloridas.Lembranças boas e outras doloridas...
Até que refrescantes gotas d’água tocaram seu rosto, quase que lavando sua alma, e uma serena voz em sua mente disse:
- Segue o bloco que o carnaval continua.

4 percepções:

O empírico disse...

Não sabia se a agua era de chuva ou de lágrima, mas lavava sim...

Que gracinha isso aqui...

ellery boniek disse...

isso mesmo su, seus posts são beem poéticos e tal ^^
eu queria saber escrever assim tbm :~~ heuheuhe

bjão querida ;*

Arthur Lopes disse...

eh dona sumaya,mto bom o texto,mto bom!
Gostei msm!Continue assim!
bjosss

*Go Go* disse...

Esse texto me fez ver o Carnaval com olhos melhores. :*